Vida a dois, uma experiência e tanto.

Sem duvidas é algo bem complicado, primeiro eu e o Ramón precisamos nos adaptar um ao outro.

Não tínhamos os mesmo hábitos e costumes, nos primeiros meses foi meio tumultuado até nos conhecermos realmente. Falo isso por que mesmo nos conhecendo a dois anos, quando fomos morar juntos descobrimos muitas coisas um do outro.

Eramos muito diferentes desde gostos por comida a gosto musical, religião e tudo mais que se possa imaginar. Quando começamos a nos acostumar um com o outro veio o Arthur, o que para falar a verdade foi muito bom pois aprendemos a ter horários, aprendemos a nos alimentar melhor, a fazer as poucas coisas que tínhamos em comum, e o melhor de tudo abandonamos muitos hábitos antigos e passamos a fazer coisas novas que os dois gostam.

Agora que o Arthur está mais grande ele quer olhar desenho, brincar, correr e isso realmente mudou algumas coisas aqui em casa.

Ex: Computador é só depois das 19:30, antes deste horário ficamos os três juntos tomando café, brincando e conversando.

Uma vez por semana tem a caminhada pelo bairro com o Tui pra ele não ser tão sedentário (hahaha).

Hora de comer é todo mundo juntinho *–*

Tem hora para o banho, para brincar com as folhas de desenho e ficar no computador vendo desenho.

 

Não digo que estejamos 100% como família unida, mas tentamos o melhor.

 

Brigas sempre tem, assim como toalha molhada em cima da cama e sapatos espalhados pela casa. Aqui as tarefas da casa são dividas não existe essa de homem não pode fazer serviço de mulher, pode sim e deve, afinal ele gosta de me amar dar um cheiro no fim do dia e como vai poder fazer isso se eu estiver mega cansada?!

Muitas vezes o computador suga muito tempo que teríamos para ficar os três juntos, eu fico irritada normalmente com isso, mas passa pois eu também adoro ficar horas na frente do computador.

Eu pensava que casar era como em novelas antigas mulher ter a obrigação de fazer tudo sozinha tomar conta dos filhos e aquela bobagem tudo. Agora vejo que não é bem assim, ter que dar conta de tudo e o marido trabalhar e depois ir pro bar beber (hahahah) tem muita gente que ainda leva uma vida assim, lamentável. Eu tive sorte. Não tenho o que reclamar do Ramón, ele tentar ser o mais prestativo possível,me ajudando em tudo o que pode e me dando o que esta a seu alcance, claro que eu não tenho nada de luxo mas ele tenta me dar o melhor.

Os piores momentos até agora foram as brigas e a separação (já nos separamos uma vez, uma única e dolorosa vez)
Momentos bons tivemos muitos, e sem sombra de duvidas o melhor e maior foi o dia em que o Arthur nasceu, nos uniu mais e nos deu muita força pra não desistir. Foi o motivo pra sempre batalharmos e nunca desistirmos das coisas que queríamos.

vida que escolheu

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