Um sábado qualquer

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Era mais uma manhã normal, o celular despertou e foi ativado o modo soneca, como se eu já não estivesse “quase” acordada a uma hora com o Arthur conversando sozinho na cama ao lado. Alguns minutos depois de despertar novamente, papai levanta pra fazer o café, eu fico de chamego com o Arthur (que já havia pulado para nossa cama) e peço um beijo, ele não dá.

Me levanto, me lavo e vou para a mesa, tomo meu café, Arthur está na minha cama me chamando neste momento. Termino de me arrumar e vou me despedir como de costume. Quando chego na cama ele me puxa e fala: – Só mais um minuto, deita mamãe. Eu dou risada, deito e digo que preciso trabalhar, mas ele insiste: – Não PICISA não, fica com o Tui. Me derreto de amores mas me desvincilho do seu abraço e me me apresso. Como de costume já estava atrasada, ele corre atrás e fica me olhando sair pela porta.

Meu coração dispara, só quem é mãe sabe como estas partidas, por mais naturais e necessárias que sejam, doem muito.

Vou o caminho inteiro pensando nele me pedindo para ficar e me certificando que ele é o motivo por eu precisar batalhar, preciso pensar no presente e no futuro dele, gostaria de poder ficar em casa com ele brincando e o sufocando de amor, mas eu realmente preciso batalhar.

Boa semana para vocês :*

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