Alfabetização – Parte 1

Arthur está no início da alfabetização, no auge dos seus 4 anos. Ele começou a frequentar a escola (creche) em 2014 com um ano e alguns meses.

Eu daria tudo para poder ficar em casa com ele e criá-lo do modo homeschool, mas como a classe C precisa levantar cedo e deixar o bebê em creches ou “tias” que cuidam, com o Arthur não foi diferente.

Arthur sempre gostou de colorir, ele com um lápis ou um giz na mão era capaz de colorir o mundo! Minhas paredes que os diga.

No início do ano letivo, fomos avisados pela Professora Tati (atual Prof do Arthur) que ao decorrer do ano eles iniciariam a alfabetização. Eu particularmente pensei que fosse demorar bastante para o meu “bebê” chegar a este momento de estar escrevendo e desbravando cada palavra que encontrasse pela frente.

O reconhecimento do alfabeto e dos números começou em 2015 quando ele tinha quase três anos e começou a assistir desenhos como:

Alphabet Songs: Tem vários vídeos no YouTube que ensinam o alfabeto em inglês e ainda dão exemplos de frutas e animais com a letra inicial que está aparecendo na tela.

Numbers Songs: Ensina os números.

Ambos em inglês por que prendiam mais a atenção dele.

E foi assim que o Arthur começou a aprender algumas palavras em inglês. Nunca obrigamos ele a decorar nada, não foi algo forçado para poder me vangloriar nas conversas de mães. Foi algo super natural e muito comemorado justamente por isso, por ele aprender “sozinho” sem forçarmos.

Como ele vai em creche pública aprende somente português.

Mas papai e o YouTube estão dando conta de ensinar algumas coisinhas.

Arthur sabe reconhecer seu nome, o que já me deixa orgulhosa, mas na hora de escrever ainda esquece a ordem das letras. Estamos entrando nesta nova fase com toda calma e compreensão do mundo.

Arthur não desgruda mais dos cadernos (dei alguns para ele brincar), lápis e livros de colorir.

Essa fase é um pouco cansativa e exige muita paciência, normalmente no meio da faxina ou até mesmo um imprevisto quando olho tá o Arthur me puxando e dizendo: – Escreve aqui FLOR!! OU qualquer outra palavra que venha na cabecinha super fértil dele.

Eu sempre tento ajudar ele, mesmo as vezes estando fazendo outras coisas, ele sabe que não é o centro das atenções mas tenho medo de que se não mostrarmos interesse também ele vá perdendo a vontade de escrever ou desenhar.

 

tui

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